sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Arup vai colaborar com os projetos de engenharia do primeiro edifício de Zaha Hadid no Brasil

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Arup vai colaborar com os projetos de engenharia do primeiro edifício de Zaha Hadid no Brasil

Empresa deverá desenvolver os projetos conceitual das estruturas, fachadas e instalações prediais e executivo das estruturas e fachadas

Kelly Amorim, do Portal Piniweb
10/Dezembro/2015
Divulgação

A empresa de engenharia e consultoria Arup está trabalhando com o escritório da arquiteta iraquiana Zaha Hadid no projeto da Casa Atlântica, um edifício residencial de alto padrão a ser construído em Copacabana, no Rio de Janeiro. O grupo, contratado pela Mello Affonso Engenharia, responsável pelo empreendimento, irá desenvolver o projeto conceitual das estruturas, fachadas e instalações prediais, além do projeto executivo de estruturas e fachadas.
Com arquitetura executiva sob responsabilidade do escritório Insight Arquitetos, o projeto prevê a criação de um edifício de 5.500 m² de área construída, 12 andares e altura total de aproximadamente 40 metros. O edifício será construído em um terreno de mil m² onde ficava a Casa das Pedras, última residência da avenida a ser demolida.
Os apartamentos terão amplas sacadas e vista para o mar, e o edifício terá ainda um spa, um cinema e uma piscina em sua cobertura. A torre terá a fachada coberta por paredes de vidro e 12 estruturas horizontais brancas que, conectadas, farão a separação das varandas privativas.
De acordo com Zaha, "o projeto da Casa Atlântica continua a composição formal libertadora e espacial fluxo inerente à rica tradição modernista do Brasil e se envolve com o ritmo único e vitalidade da cultura de praia urbana de Copacabana, bem como a fluidez do seu famoso calçadão Burle Marx".

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Integração de diferentes tecnologias torna cidades mais inteligentes

Por Galileu

Cidades cada vez mais digitais ainda carecem de tecnologias que possam ser usadas pelo poder público para planejamento e gestão. A renovação dos parques de iluminação em curso em diversos municípios brasileiros pode ser o ponto de partida para a implementação e integração dessas inovações

09/12/2015 - 12H12/ ATUALIZADO 12H12 / POR EQUIPE CAMINHOS PARA O FUTURO / OFERECIMENTO GE

Andre Gomyde (Foto: Raoni Maddalena)

ANDRE GOMYDE, PRESIDENTE DA REDE BRASILEIRA DE CIDADES INTELIGENTES E HUMANAS (FOTO: RAONI MADDALENA)

Sensores de movimento nos carros e estacionamentos, câmeras de vigilância conectadas, internet móvel nos celulares, georreferenciamento (GPS) e outras tantas tecnologias há tempos fazem parte do dia a dia das cidades brasileiras. As novidades já são individualmente usadas por pedestres, motoristas, prestadores de serviços, donos de estabelecimentos e pelo poder público. Mas é a integração destas inovações que irá moldar as cidades do futuro e torná-las mais inteligentes. Tal mecanismo possibilita a coleta de uma quantidade enorme de dados, como a posição e as condições de praticamente todos os serviços e agentes urbanos — carros, bicicletas, pessoas, postes de iluminação.

Para que essa integração se torne realidade, é preciso de uma rede que centralize as informações em um sistema capaz de analisar e encontrar um sentido para todos os dados, segundo André Gomyde Porto, presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas. Ele explica que cidades inteligentes são as que usam tecnologias digitais para resolver problemas urbanos, melhorar a qualidade dos serviços, reduzir custos e consumo de recursos, e se comunicar mais efetivamente com os cidadãos. “A diferença entre o conceito de cidade digital e o de cidade inteligente é justamente o uso de um sistema gerencial que faça integração das tecnologias e torne possíveis esses avanços”, diz Porto.
Luz, câmera, ação!

A “inteligência digital” pode ser aplicada em qualquer área: saneamento, energia, saúde, educação, segurança etc. E boa parte da tecnologia já está disponível no mercado. Um exemplo são luminárias LED que podem ser controladas à distância, acendidas ou apagadas de acordo com a necessidade e interligadas a outros sistemas. A cidade de Sonsonate, em El Salvador, por exemplo, adotou o sistema LightGrid, que permite controlar os pontos de iluminação nas ruas e rodovias da cidade inteira a distância. “As lâmpadas LED possuem chips, o que permite conectá-las à internet através de um pequeno dispositivo instalado em cima das luminárias”, diz Eduardo Polidoro, diretor de produtos da GE Lighting América Latina, empresa que criou o sistema. Uma vez conectadas, um software reúne as informações sobre cada ponto e permite que os gestores programem o acendimento ou a intensidade das luzes. “Além disso, iluminação LED é mais moderna e eficiente energeticamente. Pode ter uma economia de até 60% e uma vida útil até 400% maior”, diz Polidoro. “E por causa dos chips, o LED também possibilita a conexão com uma infinidade de dispositivos”.
Sensores de áudio, vídeo, movimento ou de características ambientais, como temperatura e qualidade do ar, podem ser acoplados aos postes de luz, que são semelhantes aos já existentes. A diferença é que, se o programa de controle da iluminação LED a distância já estiver instalado, as informações podem ser enviadas a uma central a partir do mesmo dispositivo que conecta as lâmpadas. A prefeitura de San Diego, nos EUA, por exemplo, monitora em tempo real o estacionamento de carros em vias públicas através de um sistema instalado nos postes de iluminação. Outro mecanismo disponível é o ShotSpotter, um detector de ruídos que avisa a central de polícia, em 15 segundos, sobre tiros de armas de fogo. Pelo barulho, ele consegue detectar o tipo de arma usada e a localização do disparo — de maneira mais confiável do que relatos de pessoas pelo atendimento de emergência. A cidade de San Francisco, nos EUA, por exemplo, conseguiu reduzir a criminalidade em 50% com o uso do Shotspotter.
No Brasil, há atualmente 53 projetos de PPP (Parceria Público Privada) em andamento para a renovação do sistema de iluminação urbana, segundo Rodrigo Reis, sócio da Radar PPP. “Utilizar o parque de iluminação para capturar informações é uma boa oportunidade de integrar tecnologias, uma vez que as cidades já estão se planejando para fazer a troca”, diz André Gomyde Porto. O conceito de cidades inteligentes vem ganhando espaço. O mercado será de US$ 1 trilhão até o ano que vem, de acordo com uma pesquisa da Pike Research, consultoria americana especializada em tecnologias limpas. Até 2023, a receita gerada para empresas que vendem soluções deve atingir US$ 27 bilhões.  E os benefícios podem se estender à logística de eventos, ajudando a evitar congestionamentos e filas, à prestação de serviços, e até no planejamento de políticas públicas, à medida que esses avanços tornam o feedback mais fácil e rápido e são criados canais mais diretos de comunicação entre cidadãos e administradores.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Tijolo antiterremoto reduz danos a edifícios

Por Redação do Site Inovação Tecnológica -  

Tijolo antiterremoto reduz danos as edifícios
Protótipo do tijolo antiterremoto. [Imagem: Ruvid/UPV]
Tijolo à prova de terremotos

Para construir casas e prédios à prova de terremotos, a melhor técnica é começar do jeito certo desde o princípio.
Mais especificamente, desde os tijolos.
Engenheiros da Universidade Politécnica de Valência, na Espanha, criaram uma nova classe de tijolos que isola sismicamente as paredes divisórias da estrutura principal do edifício.
O tijolo, batizado de Sisbrick, reduz significativamente a tensão entre as vigas e pilares e as paredes, reduzindo muito os danos causados pelo sismo.
Esta é uma inovação fundamental, na medida em que, hoje, os cálculos estruturais levam em conta os efeitos sísmicos apenas sobre a estrutura do edifício, não considerando as paredes divisórias.
Tijolos sísmicos
A chave para a inovação foi a combinação de diferentes materiais para obter simultaneamente dois efeitos: absorver os movimentos horizontais gerados pelo terremoto e manter a carga suportada verticalmente, para preservar a integridade do edifício o máximo possível.
"Os tijolos sísmicos efetivamente servem como uma barreira de isolamento, evitando transferir a carga desses elementos divisórios para a estrutura principal. Dessa forma, o impacto que o terremoto impõe sobre a integridade estrutural é grandemente reduzida," explica Luis Pallarés, um dos idealizadores do tijolo antiterremoto.

O tijolo foi devidamente patenteado, e agora a Universidade está procurando parceiros na indústria para sua fabricação e comercialização.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Gestão compartilhada ajuda no gerenciamento de resíduos

Publicado Por Agência USP

sábado, 5 de dezembro de 2015

Pesquisadores produzem LED com resíduos de alimentos e bebidas

Publicado por Indústria Hoje

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Lançado no Japão 1º celular que é lavável com água e sabão

Publicado por Indústria Hoje

Indústrai Hoje- smartphone japãoJaponesa Kyocera Corp. lançará na próxima semana o primeiro telefone celular do mundo que pode ser lavado com água e sabão.
A empresa japonesa Kyocera Corp. lançará na próxima semana o primeiro telefone celular do mundo que pode ser lavado com água e sabão, segundo anunciou nesta quinta-feira a companhia.
O aparelho, batizado como Digno Rafre, será posto à venda no dia 11 de dezembro com um preço de 57 mil ienes (cerca de 436 euros) e tem um “funcionamento impermeável”, por isso que tanto a tela como a carcaça podem ser lavados “à mão” com sabão.
A impermeabilidade do telefone Digno Rafre permitirá ao usuário limpá-lo em uma torneira, tal como mostra seu vídeo promocional, ou que o aparelho não estrague se acidentalmente cair em um recipiente cheio de água, como em uma banheira ou um vaso sanitário.
Além disso, sua tela tátil pode ser utilizada enquanto está molhada, detalhou o fabricante em comunicado, no qual recomenda este telefone inteligente para famílias com crianças pequenas ou para aqueles que queiram consultar receitas enquanto cozinham, entre outros.
Este aparelho conta com uma bateria que permite utilizá-lo durante 1.300 minutos sem interrupção e uma câmera de alta qualidade.
Com este lançamento o fabricante japonês pretende “ajudar” os usuários dos smartphones a manter limpos seus aparelhos limpos, cujas telas podem conter até 600 tipos de bactérias (30 vezes mais que as que existem em um vaso sanitário), segundo um estudo recente da Universidade de Barcelona.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Arábia Saudita terá maior arranha-céu do mundo: 1 km de altura

Escrito por: Indústria Hoje em 30/nov/2015

O edifício terá 200 andares com escritórios, um hotel e apartamentos
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O título do prédio mais alto do mundo, que pertence ao Burj Khalifa, de Dubai, está prestes a mudar de dono. Com um quilômetro de altura, o Jeddah Tower, na Arábia Saudita, será o mais alto arranha-céu no mundo quando ficar pronto. Um fundo conjunto de 2,2 bilhões de dólares (8,5 bilhões de reais) foi efetivado para reformar a atual Jeddah Tower, que atualmente tem 26 andares, e transformá-la em uma torre de 200 andares até 2020.
O novo empreendimento, localizado na segunda maior cidade da Arábia Saudita, Jeddah, vai acomodar o observatório mais alto do mundo em uma área bruta de construção de 245.000 metros quadrados. O futuro edifício, de uso misto, comportará escritórios, um hotel Four Seasons com 200 quartos, 121 flats e 360 apartamentos residenciais. Cada um dos três lados da torre apresentará uma série de entalhes que criarão partes sombreadas para proteger o edifício do sol e abrigarão terraços com vista para toda a cidade e o Mar Vermelho.
No último domingo, um comunicado oficial do governo da Arábia Saudita informou que a companhia imobiliária Jeddah Economic Company, proprietária e desenvolvedora do Jeddah Economic City, e o banco Alinma Investment firmaram o acordo financeiro de 2,2 bilhões de dólares para construir o altíssimo prédio.
“Com este acordo, vamos alcançar novas e ainda inéditas evoluções no desenvolvimento imobiliário”, disse Mounib Hammoud, diretor executivo da Jeddah Economic Company. “Vamos cumprir o objetivo da empresa de criar um centro urbano de Primeiro Mundo que ofereça um estilo de vida avançado, para que Jeddah possa ter um novo marco, que atrairá pessoas de todas as esferas sociais, com serviços completos e uma infinidade de usos”.
Atual detentor do título de arranha-céu mais alto do mundo, o Burj Khalifa tem 828 metros de altura e 163 andares. O prédio faz parte de uma complexo comercial e residencial de dois quilômetros quadrados e o orçamento total do seu projeto girou em torno de 1,5 bilhão de dólares (5,8 bilhões de reais).
(Da redação Veja)